Sou daquelas pessoas que não perde oportunidade de ficar calada, sabe, a regra cada um na sua as vezes é solitária, mas não gostaria que fosse diferente. Odeio atender telefone, dar satisfações... adoro explicar, quando tenho um bom ouvinte, é... odeio não saber, odeio quando algo não dá certo, isso não inclui pessoas. Odeio que me digam pra não desistir, pra não me abalar, já basta eu repetir isso à mim mesma, quando eu caio num abismo eu não penso em curtir a brisa do tal, pode crer que a mais interessada em sair dessa sou eu, não se sintam culpados por não ter nada confortante à me dizer. Palavras não me atingem, atitudes não causam mudança na minha expressão facial. Sou daquelas que adoram não se mostrar impressionada, é involuntário, mas eu adoro ser assim, pouco me importar com besteiras é o que eu faço de melhor. Eu tenho paciência com seres humanos, acho que da ignorância eu tenho nojo. Não suporto gente acomodada, que diz: “Eu sou assim e não sei ser diferente.” Lamento – ou não - informar que aqui se dança conforme a música. Se não consegue mudar à si mesmo não obrigue as pessoas a agüentarem a sua preguiça, mova-se e procure um lugar que sua maneira de ser se encaixe. Aprendi a me perdoar por ser contraditória e radical, se os outros vão entender, faz diferença não, de probleminha alheio cabe à mim observar, não resolver. Entendi que tem coisa que não da pra entender quando bem quero, aí aprendi a ter paciência, e aprendi a ter o bom senso e a humildade de saber que estou onde deveria estar, não tenho mais do que mereço, e se quiser mais, terei que fazer mais, eu posso, basta querer, o céu definitivamente não é o limite.
sábado, 30 de abril de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
o que você quer nem sempre é o que merece
O fato: Fiz uma semana de teste pra trabalhar numa loja, me esforcei, tentei entender tudo, entendi. Quando acabou pensei: Me esforcei bastante, me dediquei, acho que mereço a vaga. Mas no fundo disse a mim mesma: ninguém vai fazer o trabalho melhor do que eu, mas se não der certo, paciência. Conclusão: Fizeram teste com outra e a contrataram. E eu ? Não fiquei nem um pouco desanimada, sinceramente. Falei à quem perguntava: Independente do que acontecer, aproveitei bem a experiência, mudei minha percepção do que é trabalhar, não há como descrever tudo que aprendi. O maior alívio é saber que realmente penso isso de verdade.
A gente se dedica à pessoas, trabalhos, seilá, uma par de coisas, pra possuir algo, consideração, uma “vaga”, amor de alguém, admiração... E muitas das vezes o que ganhamos é um bye bye nos vemos por aí, não preciso mais de você, e talvez um muito obrigado de sorriso amarelo, com aquela cara de sinto muito, mas não me importo.
Sempre tem o momento que pensamos que ninguém vai fazer algo tão bem quanto nós, ou que ninguém vai amar tal pessoa como amamos... Pode até ser verdade, mas isso não nos faz donos de nada, não da certeza alguma.
Alguns dizem: “me dediquei 3 meses ao namoro, não acredito que acabou assim”, “me dediquei um ano”, “quatro anos”, como quem dizem: “quero indenização!” ou "cadê o meu troféu?" foda-se ! O tempo do seu relacionamento nada mais é que o tempo que você demorou pra amadurecer no que deveria amadurecer estando com aquela pessoa! Existem depressões estremas pelo fim de um relacionamento de meses, e existe felicidade e contentamento depois do fim de um casamento de décadas! As pessoas esquecem que elas tem que fazer o que tem que ser feito, e só.
Pode parecer prêmio de consolação mas o amadurecimento, o aprendizado é tudo o que você ganha pelo que faz, feliz é quem se dá por satisfeito.
Então parem de choramingar dizendo que perderam tempo com ele (a), droga, os fatos da vida não são que nem as historinhas que líamos na 2º série que tinham a moral escritinhas no final. A cada lição só tenha a certeza de que você mudou, e pra melhor, sem olhar pra trás, pra frente é que se anda!